Notícias

O Brasil está retomando as exportações de pescado para Israel, que estavam paralisadas desde 2014. Na terça-feira (6), a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRIA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), recebeu mensagem da Divisão Veterinária do Ministério da Saúde de Israel, informando que o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) proposto pelo ministério, relacionado a pescado e seus produtos, havia sido aprovado. O CSI garante a identificação da mercadoria, bem como as garantias para a saúde pública e animal.

A renegociação do modelo de CSI ocorria desde 2016. O CSI aprovado por Israel respalda exclusivamente as exportações brasileiras de pescado e produtos de pescado do Brasil para aquele país.

O último volume expressivo exportado pelo Brasil para Israel foi em 2014, com a exportação de 72 mil Kg, negócio que gerou receita de U$ 165 mil dólares. Segundo o secretário de Relações Internacionais do Mapa, Odilson Ribeiro e Silva, “a reabertura do mercado israelense aos pescados e produtos da pesca do Brasil demonstra mais uma vez a qualidade do produto nacional”.

O Brasil está retomando as exportações de pescado para Israel, que estavam paralisadas desde 2014. Na terça-feira (6), a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRIA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), recebeu mensagem da Divisão Veterinária do Ministério da Saúde de Israel, informando que o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) proposto pelo ministério, relacionado a pescado e seus produtos, havia sido aprovado. O CSI garante a identificação da mercadoria, bem como as garantias para a saúde pública e animal.

A renegociação do modelo de CSI ocorria desde 2016. O CSI aprovado por Israel respalda exclusivamente as exportações brasileiras de pescado e produtos de pescado do Brasil para aquele país.

O último volume expressivo exportado pelo Brasil para Israel foi em 2014, com a exportação de 72 mil Kg, negócio que gerou receita de U$ 165 mil dólares. Segundo o secretário de Relações Internacionais do Mapa, Odilson Ribeiro e Silva, “a reabertura do mercado israelense aos pescados e produtos da pesca do Brasil demonstra mais uma vez a qualidade do produto nacional”.

Por MAPA

O secretário de Aquicultura e Pesca, órgão hoje vinculado ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Dayvson Franklin de Souza, disse nesta segunda-feira (19), em São Paulo (SP), que o mercado europeu para o peixe brasileiro, tanto o oriundo da pesca quanto da criação em cativeiro, poderá ser reaberto em março.

No final do ano passado, o governo brasileiro suspendeu os embarques para União Europeia de maneira preventiva, após autoridades do bloco questionarem sanidade e rastreabilidade do produto nacional. Segundo o secretário, de lá para cá uma série de reuniões foi realizada, com o objetivo de esclarecer dúvidas dos compradores europeus, bem como com o intuito de alinhar critérios técnicos relacionados à sanidade e rastreabilidade.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe Br), Francisco Medeiros, a UE não é um grande mercado ainda para a aquicultura brasileira, mas o bloco funciona como uma chancela de que o produto brasileiro é bom. “Ou seja, outros países, blocos tem o raciocínio de que se a Europa compra o peixe brasileiro, o produto é bom. E a percepção contrária também vale.”

Medeiros ressaltou, ainda, que alguns outros mercados já pressionaram o Brasil a reduzir preços, devido a proibição de se exportar para UE.

Por Dataagro

A produção de peixes de cultivo – criados em ambiente controlado – no Brasil deverá crescer 10% neste ano, amparada por investimentos em importantes estados produtores. A expectativa é que até o final de março o setor volte a liberar os embarques para a União Europeia, o que deve favorecer este mercado.

“Temos um grande player no Paraná que entrou no negócio em 2017, que é a C.Vale, e veremos o impacto disso em 2018. Além disso, temos o início das operações da Tilabras, em Mato Grosso do Sul, o maior projeto do País, e empresas como a GeneSeas que estão ampliando investimentos”, elencou o diretor presidente da Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR), Francisco Medeiros.

Segundo ele, além da entrada do Mato Grosso na produção de tilápias, peixe que representou 51% da produção brasileira no ano passado, Goiás deve ampliar a produção por não ter problemas de falta de água, assim como Tocantins. “Há alguns movimentos nos principais estados produtores que nos garantem que, mesmo que o Brasil ‘pare’, vamos ter esse crescimento.”

A produção de tilápias deve crescer 15% neste ano, enquanto a de peixes nativos deve se manter no mesmo patamar alcançado no ano passado, de 1,8%. Em 2017, a produção de peixes de cativeiro no Brasil cresceu 8%, para 691,7 mil toneladas e o produtor recebeu R$ 5,4 bilhões.

De acordo com Medeiros, o crescimento previsto para este ano deve se concretizar mesmo diante da indefinição em relação à Secretaria de Aquicultura e Pesca. A área, que chegou a ter um ministério próprio, foi incorporada pelo Ministério da Agricultura em 2015, transferida para o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) em 2017 e, aguarda, agora, a publicação de um decreto para ser oficialmente uma secretaria especial da presidência.

“Nós sempre fomos favoráveis à permanência da aquicultura no Mapa, já que a maior parte do setor está vinculada à Pasta”, defendeu Medeiros. O atual secretário, Dayvson Franklin de Souza, argumenta que a secretaria, independentemente de onde esteja, deve defender tanto a pesca quando a aquicultura, enquanto o setor quer a divisão das atividades.

Souza afirmou ainda que até o final de março espera uma sinalização positiva da União Europeia sobre a suspensão da exportação de pescados imposta pelo governo em janeiro, após relatório elaborado pela UE apontar falhas. “Esperamos que em março tenhamos uma resposta positiva da União Europeia e possamos reabrir as exportações para o mercado.”

Na avaliação do presidente da Peixe BR, a reabertura é importante para a imagem do País. “O que nos preocupa é que isso cria uma imagem negativa para o nosso produto e o comprador começa a usar isso para pressionar preços”, disse o executivo.

Por: DCI – DIÁRIO DO COMÉRCIO & INDÚSTRIA

O que é nosso está guardado

Que temos os maiores potenciais do mundo para produção de peixes tropicais de água doce, todos já estamos cansados de saber, porém muito pouco se fala nos enormes potenciais que temos para a produção de peixes tropicais de água salgada. Falamos pouco pois trata-se de um potencial ainda mais distante. O mar oferece uma realidade distinta da água doce que torna o processo muito mais difícil de se transformar em realidade produtiva.

Se pensarmos em pacote tecnológico, a piscicultura marinha encontra-se um pouco atrás, pois a alevinagem comercial, por exemplo, somente há poucos anos foi dominada de forma a garantir a instalação de unidades de engorda em todo o País. Contamos com apenas duas espécies com volume comercial, o bijupirá (Rachycentron canadum) e a garoupa (Epinephelus marginatus), enquanto na água doce temos mais de 20 espécies em produção. Mas serão estes os motivos pelos quais a atividade ainda não deslanchou? Não! A piscicultura marinha possui um dificultador maior que torna o processo muito mais complicado: o Mar. Este ambiente exige mais em todos os pontos de vista: investimentos, instalações, tecnologia, logística e assim por diante. Se na água doce já é difícil viabilizar pequenos projetos, na água salgada isso passa a ser praticamente impossível. Os investimentos necessários em processos básicos como embarcações, tanques-rede, fundeio das estruturas, entre outros, são caros e devem ser planejados de forma extremamente profissional para que o dinheiro investido não se perca.

Projetos como os das empresas Redemar Alevinos, da Fazenda Marinha Ilha de Búzios e da Maricultura Costa Verde, devem e com certeza serão extremamente valorizados pela aquicultura brasileira, pois o pioneirismo empenhado por estes empresários é digno de reverência por todos aqueles que sabem o quanto foi difícil chegar até aqui. Não podemos deixar de citar também os esforços realizados pelos pesquisadores de universidades e institutos de pesquisa, com destaque para UFSC, FURG, UFC, Instituto de Pesca, entre outros.
Agora, uma coisa é fato, este pioneirismo ajudou o Brasil a caminhar e a estarmos cada vez mais próximos de encontrar o caminho para investimentos de maior porte que venham a originar a indústria da piscicultura marinha brasileira. Indústria que tem tudo para ser muito grande e forte, levando para o Brasil e o mundo um pescado de alto valor agregado que não pode mais ser ofertado pela indústria da pesca extrativa. Portanto caros leitores, o que é do Brasil está guardado e quando se tornar realidade será feito de forma triunfal.

Por Aquaculturebrasil

SAC: (67) 3041-0400

De segunda à sexta-feira, das 7h às 17h30

 
TOP